POLEIRO, PÁ !
domingo, 22 de Novembro de 2009
SOFIA CABRAL MUDA DE VISUAL !
sábado, 21 de Novembro de 2009
FINALMENTE, UM JUIZ COM TOMATES!

Li hoje num jornal:
"O juiz de instrução criminal do processo «Face Oculta», António Costa Gomes, recusa destruir as escutas telefónicas em que Armando Vara fala com o primeiro-ministro, José Sócrates.
Numa carta enviada ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça, e noticiada pelo «Diário de Notícias», o magistrado judicial alega que Noronha do Nascimento não tem competência para decidir num processo que lhe é alheio.
O juiz de Aveiro sustenta que o presidente do Supremo não pode dar ordens ao magistrado judicial da primeira instância, tanto mais que não funcionou como instância de recurso.
Ao contrário do Ministério Público que é uma estrutura hierarquizada, podendo Pinto Monteiro avocar processos ou determinar orientações a seguir, na magistratura judicial os juízes apenas podem sindicar as decisões dos colegas em sede de recurso.
Recorde-se que Noronha do Nascimento ordenou a destruição de todos os suportes relativos a seis conversas entre Vara e Sócrates .
Já o penalista Paulo Pinto de Albuquerque, referia ontem na sua crónica no «DN»: «Há dois magistrados no nosso país (juiz de instrução e procurador de Aveiro) que fazem um juízo de valor gravíssimo sobre o conteúdo dessas escutas. A questão que qualquer cidadão comum se coloca é a seguinte: como é possível que sejam destruídas escutas que dois magistrados de duas magistraturas distintas entendem indiciarem a prática de um crime gravíssimo pelo primeiro-ministro sem que o povo português conheça o teor dessas escutas?»
Refira-se que para os magistrados de Aveiro, as escutas indiciavam a prática pelo primeiro-ministro de crimes de atentado contra o Estado de direito
Entretanto, o procurador-geral da República anunciou para este sábado uma decisão sobre mais cinco escutas telefónicas entre José Sócrates e o vice-presidente do Millenium BCP, auto-suspenso de funções.".
COMO PORTUGUESA CONTRIBUINTE PAGANTE E NÃO BUFANTE, EXIJO SABER QUE CRIMES FORAM ESSES, COMETIDOS PELO PM DE PORTUGAL.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
NÃO ESMOREÇAS, TRABALHA!
quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
UMA INFORMAÇÃO ÚTIL !!!

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terça-feira, 17 de Novembro de 2009
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
PORTUGAL: A ÚLTIMA PIADA SOBRE ASSALTO À VARA
Um grande empresário português marca uma audiência com José Sócrates, na Residência Oficial do Primeiro-Ministro.
Enquanto aguarda, encontra Armando Vara que o recebe com muitos abraços.
Quando é recebido pelo Primeiro-Ministro, sente falta da carteira e resolve abordar o assunto com o PM:
- Não sei como lhe hei-de dizer, Senhor Primeiro-Ministro, mas a minha carteira acabou de desaparecer!
E continuou:
- Tenho a certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive o cuidado de a guardar bem, após apresentar o BI ao segurança. Não quero fazer nenhuma insinuação, mas a única pessoa com quem estivedepois disso foi o Dr. Armando Vara, que está aqui na sala de espera ao lado.
O Primeiro-Ministro retira-se do gabinete. Pouco tempo depois, regressa com a carteira na mão.
Reconhecendo a sua carteira, o empresário comenta:
- Espero não ter causado nenhum problema pessoal entre o Senhor Primeiro-Ministro e o Dr. Armando Vara .
Ao que José Sócrates responde:
- Não se preocupe! Ele nem percebeu!...
domingo, 15 de Novembro de 2009
O DECOTE

Após duas semanas de trabalho intenso, com uma gripe pelo meio e um “crash” informático no meu sistema caseiro, eis-me de volta às lides bloguísticas.
Isto de ser simultaneamente administradora de uma empresa familiar, Coordenadora de quatro unidades de saúde, dar aulas e fazer voluntariado, tem muito que se lhe diga e, modéstia à parte, não é qualquer um que tem arcaboiço para tanto.
Alguma coisa terei de sacrificar e está visto que são sempre os meus tempos de lazer que se ressentem daquilo a que a maior parte dos meus amigos chama de hiperactividade e bicho carpinteiro.
Depois desta pequena introdução a explicar a minha ausência, não quero deixar de tecer aqui algumas considerações sobre a polémica que me invadiu as sms e as caixas de correio electrónico, que parece estar a dominar a incontornável cuscovilhice barreirense.
Pois bem:
Lidos os e-mails e todas as mensagens recebidas, veio-me à memória a polémica causada, há tempos, por Ângela Merkel quando foi à inauguração do novo edifício da Ópera de Oslo, estava eu ainda a trabalhar na Noruega.
Fez furor o decote arrojado da chanceler alemã: um arejado decote, a permitir a respiração cutânea de vastas partes do busto que costumam andar cuidadosamente escondidas, em pessoas da sua importância.
Talvez por falta de hábito em política – e mais quando os políticos passam a representar o povo – a seriedade é ponto de honra. E como sérias pessoas que são, os representantes de todos nós devem pautar a conduta pelo recato, evitar declarações bombásticas que rompam com a modorra estabelecida, não terem pecadilhos que entrem em rota de colisão com os “bons hábitos” consagrados pela maioria. Devem ser sóbrios na vestimenta. Tudo para não causarem má impressão na multidão que representam. É que com a má impressão pode vir atrelada a desconfiança que, como se sabe, não dá votos e impede a recondução no cargo.
O decote da chanceler alemã, conhecida pelo seu estilo recatado de saia, calça e casaco, foi alvo de vários comentários por parte da imprensa europeia.
Merkel mostrou ousadia, desviou-se de tradições bafientas e pôs a Alemanha a perorar sobre o decote que deixou à mostra as sedutoras curvas que insinuam o peito mal escondido. O peito de uma mulher que tem nas mãos os destinos da grande Alemanha.
No caso da deputada portuguesa, talvez porque somos um país de tradições católicas, não faltou uma imprensa beata a fazer escorrer escândalo das bocas pudicas dos conservadores de serviço, sempre diligentes no frete à igreja onde as suas consciências militam – já para não falar da pesporrência dos porta-vozes do seu próprio partido, quando opinam sobre comportamentos alheios, que esbarram nos padrões que a inveja fixa.
Tenho para mim que toda esta monotonia de imposição de vestes oficiais, como se fosse o fardamento obrigatório em que suas excelências ficam comprometidas, ao alcançarem o tão sério papel de representantes do povo, é uma artimanha para manter a populaça dependente de uma também monótona existência. Assim passamos ao de leve, de mansinho, adormecidos pela monotonia das personagens incapazes de tocarem no carisma. Para que tudo seja feito com a nossa complacência, afinal o produto da prostração que nos é propositadamente inoculada.
Eu diria que o gesto da portuguesa foi uma lufada de ar fresco – literalmente – no cinzentismo militante dos políticos.
Não vou dizer que eles surjam amiúde em boxers, envergando folclóricas camisas, ou elas trajando aquelas túnicas floridas que ficaram celebrizadas no Maio de 68, largas, que serviam para esconder adiposidades irrecusáveis. Isto para os meus padrões estéticos, que são apenas os meus.
Podiam, ao menos, desprender-se da maneira tão enssossa de se apresentarem em público. Eles sempre com aqueles fatinhos Armani, escuros, camisas descoloridas, gravatas monocromáticas, de tons ácidos, que compõem um conjunto onde apenas se destaca a monotonia. E elas, também, no insípido tailleur senhoril, com a malinha a preceito, muito Maria de Belém, a antiga ministra da saúde socialista.
Não sei se foi espontâneo, ou se foi um acto de calculismo: a deputada portuguesa, assim tão decotada, foi muito mais vanguardista. Discretamente, uma bomba sexual. A prova como pequenos gestos, discretos sinais, fazem mais pela tão sagrada imagem de um político do que o espalhafato e a espectacularidade de uma campanha a favor do que quer que seja.
Sugiro que a 'moda' dos decotes seja adoptada em Portugal. Por cá, com decotes, teríamos uma Legislativas e umas Autárquicas muito mais animadas e interessantes, com os eleitores masculinos a comparecer em massa .
Estou a imaginar cartazes decotados de Manuela Ferreira Leite, Joana Amaral Dias, Inês de Medeiros, Berta Cabral, Maria José Nogueira Pinto, Teresa Caeiro, Elisa Ferreira, Ana Gomes, Fátima Felgueiras, Ana Drago, Zélia Silva, Sofia Martins e Regina Janeiro .
A fealdade exige o recato, a discreta e monótona vestimenta a esconder a falta de beleza corporal. Para essas – e, olhando à arena política caseira, tantas há entre a multidão de senhoris socialistas – o melhor é que continuem assexuadas personagens, como se lhes fosse aconselhado, simbolicamente, uma burka a cobri-las da cabeça aos pés.
Considero-me uma pessoa justa e hoje fico-me por aqui, para não ferir susceptibilidades.
O que vale é que dizem que o PIB já está a crescer...











