terça-feira, 18 de agosto de 2009

A IMPORTÂNCIA DA PONTUALIDADE !

Um velho padre foi a um jantar de despedida pelos seus 25 anos de trabalho ininterrupto à frente da Paróquia. Um importante político da região e membro da comunidade, convidado para entregar o presente e proferir um pequeno discurso, atrasou-se. O sacerdote decidiu proferir umas palavras e disse: «A primeira impressão que tive da paróquia decorreu da primeira confissão que ouvi. A primeira pessoa que se confessou disse-me que tinha roubado um aparelho de TV, tinha roubado dinheiro aos seus pais, tinha roubado a firma onde trabalhava e tivera aventuras amorosas com a esposa do patrão. Dedicara-se ainda ao tráfico de drogas e até tinha transmitido uma doença à própria irmã. Fiquei assustadíssimo... Pensei que o bispo me tinha enviado para um lugar terrível. Mas fui confessando mais gente, que em nada se parecia com aquele homem... Constatei a realidade de uma Paróquia cheia de gente responsável,com valores, comprometida com a sua fé. Vivi aqui os 25 anos mais maravilhosos do meu Sacerdócio.» Neste momento, chegou o político. O padre passou-lhe então a palavra. O político, depois de pedir desculpas pelo atraso, disse: «Nunca vou esquecer o dia em que o sr. padre chegou à nossa Paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a confessar-me!»

12 comentários:

Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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Nocas disse...
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Será que ela se lembra de mim? disse...

Gramei quando ela se atirou aos Rotários do Barreiro, por terem exposto uma miúda pobre, no Rostos, só para fazerem a sua campanha de caridadezinha misericordiosa.
Mulher de tomates, ela.
O meu pai trabalhou com o avô dela, na CUF. Conta toda a gente que ele apesar de ser engenheiro, arregaçava as mangas e trabalhava ao lado de todo o pessoal, quando era preciso. Era um senhor.
Ela era pequenina nessa altura e ruçita. Batia nos rapazes todos, mas era uma miúda muito querida de todos.
Vejo-a muitas vezes aos fins de semana na moradia que foi dos avós e sinto, por isso, uma grande saudade do meu pai, que ia lá muitas vezes consertar coisas e me levava com ele.

Ela já não se deve lembrar de mim porque eu era miudo.
Posso dizer que foi a minha grande paixão e chorei muito, quando o pai a veio buscar aos avós para a levar para África.

Sei pelos tios, que agora anda mais pelo Norte.
Gostava muito que ela escolhesse o Barreiro para se fixar.

Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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KIRA disse...

...

Flor disse...
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Flor disse...
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Anónimo disse...

Muito sensata a medida profiláctica, anti melgas, tomada pelos donos do blogue.

Já estava a ser demais.

Anónimo disse...

Ai, thor, fôfo, és mesmo um deus norueguês, ou és um Barreirense armado ao fino, como o meu Cácà?

Adoro estrangeiros.

flaviomaisqueroto disse...

DESAVERGONHADA, A FAZER-SE AO HOMEM.